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sexta-feira, 15 de março de 2013

Azeite de Limão

KISS... ultimamente tenho andado um pouco esquecida disto, de manter as coisas simples e de ser mais beijoqueira. 

Este mês fez 10 anos que o meu avô A. morreu, e pensei aproveitar para o recordar através dos alimentos que me trazem à memória todos os momentos passados junto dele e me lembram da pessoa que ele foi. Nunca fui grande beijoqueira, mas com ele era diferente, tornava-me mais meiga, mais afectuosa. Isso também acontece com a minha irmã J. e agora com a minha sobrinha - ai que vontade de a cobrir de beijos.

A pensar nele tinha planeado uma sobremesa espectacular, não na receita em si mas na forma e no significado "lágrimas de limão e suspiro". À primeira vista era uma sobremesa fácil de compor, mas o creme de limão não correu como queria... Ao ver o creme de limão longe daquilo que idealizei, senti-me desorientada e desanimada. Assim que desbloqueei, decidi não complicar e aromatizar o azeite da CARM que temos cá em casa com limão, usando limões do único limoeiro que se mantém do tempo do meu avô!

- azeite de boa qualidade
- cascas de limão (a quantidade depende da intensidade que quiseres)

Corta as cascas de limão em tiras muito finas. Coloca as tiras num frasco e cobre com azeite. Fecha e deixa aromatizar, num local sem luz directa, durante 1 mês. Ao fim deste tempo o azeite está pronto para o usares em saladas, crostinis, peixe ou até num bolo de azeite, e à medida que os dias passam o aroma a limão vai ficando mais forte.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Geleia de Tomarilho

Não, não se enganaram no blog! Este é o nosso primeiro post inspirado num filme. Digo primeiro, porque há outros a bailar na minha cabeça, estou é a ter algumas dificuldades para os colocar em prática. Por coicidência, o dia em que fomos ver o último episódio da saga Twilight, foi o dia em que transformei os tomarilhos da E. em geleia. Ainda decorria o primeiro minuto de filme e eu já sabia que tinha que juntar os dois, só não tinha ideia como.

Esta é uma história que nos foi conquistando aos poucos. Não entendiamos a febre à volta do filme, mas quando vimos o primeiro episódio gostámos do romance e sentimo-nos atraídos pelas paisagens e pela fotografia do filme. Muitas vezes sonhamos trocar as nossas vidas por  um amor e uma cabana, algures no Alasca. No nosso imaginário romântico, o Miguel sai de casa cedo para pescar o nosso almoço, deixando-me a lareira acessa; eu espero por ele, em pijama, com uma chávena de chá quente e enrolada numa manta, ora no sofá em frente à lareira, ora num baloiço de madeira, no exterior da cabana. Sendo a casa dos Cullen uma versão muito sofisticada e moderna deste amor poético, é óbvio que nos interessámos pela saga.
Vimos os primeiros quatro episódios em casa, mas desta vez não estava a conseguir esperar pelo desfecho da história. Torcia fortemente para que a Bella ficasse com o Jacob - um rapaz quente e que transpira saúde por todos os poros, ao contrário do Edward, gélido e branquela - e estava em pulgas por conhecer o destino do "lobinho" e o que mudava com a nascença de Renesmee. Não foi o fim que eu ambicionava, mas serve um final feliz ao moço. Jacob torna-se numa espécie de padrinho da filha dos "vampirinhos" e junta-se ao clã para proteger a criança. A saga completa é um bom programa para um Domingo chuvoso, como o que está previsto para amanhã, ou para se adiantarem ao Dia dos Namorados. E para acompanhar os cinco episódios, nada como uma geleia da cor do sangue.

Para 6 frascos
- 1,5 l de sumo de tomarilho
- 1 kg de açúcar
- sumo de 1 limão

1. Começa por preparar o sumo de tomarilho. Descasca os tomarilhos e corta-os em rodelas finas. Cobre com água e leva ao lume, até obteres a concentração desejada. Coa o sumo e mede.

2. Leva o sumo de tomarilho ao lume, com o açúcar e o sumo de limão. Vai mexendo, mais frequentemente à medida que te vais aproximando do final, até o líquido atingir os 105ºC.

3. Transfere a geleia para frascos esterilizados e deixa-os arrefecer, virados para baixo. Serve sobre bolachas de canela ou a acompanhar queijo.
 
Nota: as fotos da saga foram retiradas da galeria de fotos deste site.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Duo de Maçã

Como é que um fruto tão corriqueiro consegue representar tantas mudanças no mundo? O pecado original, a noção de gravidade, o sonho de uns visionários... Quando olho para uma maçã, é difícil não ver nela conhecimento e simplicidade. Agora vejo também a minha primeira geleia bem sucedida! Para muitos será um êxito minúsculo, mas para mim era algo que me andava a fugir por entre os dedos, como a areia na praia, e consegui-lo foi importante.

Doce de Maçã (6 frascos)
- 2 kg de maçã, descascada e cortada em cubos
- 700 g de açúcar
- 200 ml de sumo de laranja
- 2 paus de canela

1. Junta todos os ingredientes numa panela grande, tipo o panelão usado pelas nossas mães para fazer sopa. Leva ao lume até o açúcar se dissolver. Guarda no frigorífico durante 8 horas.

2. Leva a panela novamente ao lume e deixa a mistura cozer durante 1h30. À medida que a fruta vai cozendo vai esmagando com a colher de pau. Se a fruta não estiver desfeita em puré, retira os paus de canela e passa pela varinha mágica. Leva outra vez ao lume, durante 5 minutos, e confirma que o doce atingiu a consistência desejada. (Ao passares a colher de pau no meio da calda, deves conseguir ver o fundo, como se se abrisse uma estrada. Se quiseres uma compota mais líquida, deves procurar uma estrada estreita, de sentido único e apenas uma via. Se gostares da compota mais espessa, o que tu queres é mais uma via rápida.) Retira do lume.

3. Com cuidado, para não te queimares, passa o doce para frascos esterilazados. Deixa-os arrefecer virados para baixo.

Geleia de Maçã (6 frascos)
- 2 l de sumo de maçã*
- 1,6 kg de açúcar

1. Num tacho grande junta o açúcar e o sumo de maçã. Leva ao lume e vai mexendo regularmente (no início não é preciso estares sempre a mexer, mas convém não ires para longe. Tipo, ir para a sala ler um livro...). Quando o líquido começar a espeçar mexe com mais regularidade. Nesta altura vai medindo a temperatura e não deixes ultrapassar os 100ºC, se gostares dela mais líquida, ou os 105ºC, se gostares dela mais espessa.

2. Verte a geleia para frascos esterelizados. Enche os frascos até cima, fecha-os e deixa-os arrefecer virados para baixo.

* Cozes as cascas e os caroços em água abundante, deixando reduzir a água para metade. Coas o líquido, com um coador fino ou um pano, e espremes. Medes o líquido. Se não tiveres os 2 l de sumo de maçã o segredo é usar 1 kg de açúcar por cada litro de sumo, mas podes fazer como eu, que "roubei" um bocado no açúcar para não ficar tão doce.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Chutney de Mirtilos

É tempo de começar a guardar em frascos as doces memórias do Verão, que nos agracia com uma enorme quantidade de fruta sumarenta. A nós não nos faltam frascos nem fruta, falta-nos é tempo. É que os dias quentes, os mesmos que nos trazem a fruta, gritam por instantes passados lá fora, a aproveitar o sol.

E, mesmo reservando uma boa parte do tempo passado em casa à conservação dos sabores únicos do Verão, não há meio de me ver livre dos frascos acumulados. Eu bem queria que eles desaparecem-se, mas parece que a montanha fica maior a cada dia que passa. Até ando desconfiada que eles se reproduzem quando viro costas... É a única explicação que encontro!

Para contrariar esta reprodução assexuada, meio quilo de mirtilos de Sever do Vouga foi parar a um frasco, transformado em chutney e agora guardado no frigorífico. O chutney é excelente para acompanhar carne de porco e lembranças do Verão.

Para 1 frasco
- 1 cebola média, picada
- 500 g de mirtilos
- 125 ml de vinho do Porto
- sumo de 1 limão
- 1 c. de sopa de açúcar amarelo
- 250 ml de água
- 1 pau de canela
- azeite
- sal

1. Num tacho refogar a cebola em azeite, até estar translúcida. Adicionar os mirtilos e envolver no refogado. Juntar o vinho do Porto, a sumo de limão, o açúcar amarelo, o pau de canela e a água. Temperar com sal e deixar reduzir durante 1h30 (pode ser mais um bocado, eu já não me lembro bem porque me distraí na conversa com as minhas irmãs, enquanto comiamos uma compota picante que trouxe das Caldas!).

2. Quando tiver atingido a consistência desejada, verte o chutney para um frasco e deixa arrefecer com o frasco virado para baixo. Acompanha o chutney com carne de porco e salada.

terça-feira, 6 de março de 2012

Compota de Banana e Pêra

A continuar assim um dia destes temos de mudar o nome do blog para "Três Galos Fora da Cozinha". Ultimamente temos andado afastados dos tachos e das experiências culinárias... Não quer isto dizer que não nos andemos a alimentar, apenas significa que a inspiração para testar novos pratos tem sido pouca. Mas ainda assim uma pessoa tem que comer e, de cada vez que ia à cozinha, o monte de frascos de compota vazios, em cima do armário, andava-me a inquietar. Vai daí, a semana passada decidi que era hora de fazer  alguma coisa para encher alguns dos frascos e assim mudá-los de sítio. Ainda pensei em fazer geleia e compota de marmelo, mas isso ia dar muito trabalho e assim nasce a compota de banana e pêra.

O bom desta compota são os pequenos pedaços de pêra mergulhados numa suave polpa de banana e o toque de citrinos. Por cima de uma bolacha faz-me voltar à infância e voar para perto do meu avô, que tinha o cuidado de garantir que havia sempre bananas em casa dos meus avós. Banana e queijo da serra amanteigado também é uma junção que me traz muitas memórias, por isso estou mortinha por juntar ao doce uma boa colher de queijo derretido...  

Para 4 frascos (de 220 ml)
- 500 g de bananas da madeira
- 500 g de pêra rocha madura
- 500 g de açúcar
- sementes de 1 vagem de baunilha
- 1 pau de canela
- 250 ml  de sumo de laranja
- casca de 1/2 laranja
- 2 cálices de champanhe

1. Corta as bananas em rodelas. Corta as pêras em quartos e depois em tiras finas. Com a ajuda de um descascador retira a casca a meia laranja e depois corta em tiras muito fininhas.

2. Coloca todos os ingredientes numa panela e deixa marinar durante 15 minutos. Leva a panela a lume médio, mexendo suavemente. Deixa a mistura cozer durante 1h15min. Retira o pau de canela e verte a compota para frascos esterelizados. Enche bem os frascos e fecha-os logo de seguida, com a compota ainda quente. Deixa-os virados para baixo até arrefecerem.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Chutney de Ameixas

Um toque de especiarias adicionado a uma receita que vem na Visão Gourmet Outono/Inverno 2011. Para usar com carnes assadas ou simplesmente por cima de uma fatia de queijo ou de pão torrado.

Para 1 frasco
- 8 ameixas pretas
- 2 cálices de vinho de Porto
- 1 cálice de sumo de limão
- 2 sementes de cardamomo
- 1 pau de canela
- sal
- 1 c. de chá de mel

Descasca as ameixas e pica-as em cubos pequeninos. Leva a lume brando com o vinho do Porto, o sumo de limão, os grãos de cardamomo e o pau de canela. Tempera com sal e deixa reduzir durante 15 minutos, mexendo de vez em quando. Adiciona o mel e deixa caramelizar. Retira do lume. Remove o pau de canela e passa o chutney para um frasco esterelizado. Fecha o frasco e vira-o ao contrário. Deixa-o estar virado até arrefecer, de maneira a criar vácuo.

domingo, 25 de setembro de 2011

Compota de Marmelo no Forno

"Dois caminhos bifurcavam, e eu
O menos pisado tomei como meu."
Robert Frost

Tínhamos marmelos para fazer marmelada. Ia seguir a receita da minha avó, só que no último minuto ocorreu-me assar os marmelos no forno. O Miguel começou logo a torcer o nariz, "Ah, não sei se é boa ideia, nunca ouvi falar em tal coisa, se depois não fica bem desperdiçaste os marmelos e blá blá blá". Entendo que devemos evitar ao máximo o desperdício de alimentos, mas se não corrermos riscos não inovamos. E eu queria muito tentar fazer uma marmelada diferente. Uma marmelada que pudesse ficar UAU!!!

Mas a coisa não correu bem como desejava, a começar pela consistência, que ficou mais parecido com compota do que marmelada. Como compota ficou boa, mas não se nota a diferença dos marmelos assados, ao contrário do que estava à espera. Apesar disso fiquei muito satisfeita com o sabor e, depois de um dia na cozinha, ficou a experiência.
 
- 2 kg de marmelos, descascados e sem sementes
- 0,75 l de água
- 1 kg de açúcar
- 2 paus de canela
- 1 vagem de baunilha
- 4 hastes de alecrim
- casca e sumo de 1 laranja

1. Pré-aquece o forno a 130ºC.

2. Numa travessa de ir ao forno espalha metade dos marmelos. Por cima dispõe o açúcar, os paus de canela, as hastes de alecrim, as cascas de laranja, as sementes e a vagem de baunilha. Espalha por cima a outra metade de marmelos. Adiciona o sumo de laranja e água.

3. Leva ao forno durante duas horas. De vez em quando mexe os marmelos.

4. Retira os marmelos do forno e passa-os para uma panela grande. Retira as cascas de laranja, os paus de canela, as hastes de alecrim e a vagem de baunilha. Leva ao lume durante 1 hora e vai esmagando os marmelos com as costas da colher de pau. Tritura os marmelos com a varinha mágica. Leva outra vez ao lume até atingir a consistência que desejas. (Mexer sempre para não colar no fundo.) 

5. Enche frascos esterelizados com a mistura. Fecha os frascos com a compota ainda quente e vira-os ao contrário, de forma a fazer vácuo, até arrefecerem.

domingo, 8 de maio de 2011

Compota de Pêssego e Cardamomo

Ontem fomos ao mercado procurar ruibarbo para fazer compota de morangos e ruibarbo, mas como não encontrámos e pareceu-nos que não sabiam bem do que estávamos a falar, mudámos de ideias. Comprámos os legumes que precisávamos para a sopa, fruta para durante a semana e uns pêssegos carecas que estavam mesmo a olhar para nós. Como já devem ter percebido os pêssegos tiveram como destino a panela e adicionei-lhes umas sementes de cardamomo que andava mortinha por usar. 

A combinação é perfeita! A doçura dos pêssegos e o travo a citrinos do cardamomo tornam a compota uma explosão de frescura e ao abrirmos o frasco sentimos um suave perfume a Primavera. Para tornares o sabor ainda mais intenso, serve a compota com queijo amanteigado de vaca e ovelha por cima duma língua de veado estaladiça...

Para 2 frascos
- 1 kg de pêssegos cortados (precisas de mais ou menos 1,5 kg de pêssegos inteiros)
- 500 g de açúcar
- 4 sementes de cardamomo

1. Numa panela de tamanho médio coloca o pêssego cortado em cubos e o açúcar. Leva a lume médio durante 5 minutos. Retira do lume e junta as sementes de cardamomo partidas, dentro duma bola de rede para chá (assim é mais fácil depois retirares as sementes). Deixa repousar de um dia para o outro.

2. Leva a panela a lume médio durante meia hora, mexe de vez em quando e vai esmagando o pêssego com a ajuda de um garfo.

3. Quando tiveres obtido a consistência desejada (eu gosto da compota mais líquida), passa a mistura para frascos esterilizados e enche até cima. Fecha os frascos com a compota ainda quente e vira-os ao contrário até arrefecerem.

sábado, 11 de setembro de 2010

Doce de Amora

No outro domingo fomos até ao campo apanhar amoras. Já não havia muitas nas silvas e as poucas que lá estavam encontravam-se em ramos elevados, onde era quase impossível chegar. Ainda assim deu para trazer amoras suficientes para fazer este doce, que tem uma cor púrpura vibrante!

- 2 chávenas de amoras silvestres
- 1/2 chávena de açúcar
- sumo de 1 limão
- 1 pitada de sal

1. Numa panela coloca as amoras, o açúcar, o sumo de limão e o sal. Reserva durante 1 hora.

2. Leva a panela ao lume durante 1 hora. Enquanto as amoras forem cozinhando vai esmagando com a ajuda de um garfo. Quando o doce estiver no ponto desejado retira do lume e passa para frascos esterelizados.

Dica: Para encher os frascos usa uma colher para fazer bolas de meloa.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Doce de Abóbora de Natal

Ando numa de fazer experiências com doces. Umas correm bem e outras nem por isso. O doce que está na foto de cima é um exemplo que correu bem. Este doce foi o que resultou da sobremesa com os cubos de abóbora e as pepitas de chocolate depois de passar pela varinha mágica. O sucesso foi tanto que tentei repetir.
A primeira tentativa para reproduzir o doce, anteriormente conseguido por mero acaso, não correu como esperava. Coloquei pepitas a mais e ficou a saber demasiado a chocolate. Não é que o doce seja fraco, só não ficou como queria. Esta versão fica muito bem com queijo da ilha, por ser um queijo forte e se conseguir um bom contraste entre o salgado do queijo e a doçura do chocolate.

Nesta primeira tentativa usei vagem de baunilha, mas na segunda usei o açúcar baunilhado que estava a "marinar" num frasco com a vagem que usei. Arendi que é importante só passar o doce quando estiver mesmo quase no ponto, porque se não vai borbulhar muito e vais sujar os armários da cozinha, para além de ficares com as mãos todas queimadas.
À segunda foi de vez!!! O sabor da abóbora com um toque discreto do chocolate e da baunilha é divinal. Ficou um doce delicado que casa muito bem com queijo da serra ou queijo de cabra curado. A próxima experiência a repetir é a geleia de romã que tentei fazer ontem e que se revelou um desastre completo e que só deu mesmo para me queimar. Continuo a não acertar com o "ponto" e em vez de geleia obtive caramelo!

Para 6 frascos de compota
- 2 kg de abóbora, descascada e limpa de sementes
- 800 g de açúcar baunilhado
- sumo de 3 laranjas
- 1 c. de sopa (rasa) de pepitas de chocolate

1. Num tacho largo coloca a abóbora cortada em cubos pequenos. Junta o açúcar baunilhado e o sumo de laranja. Deixa repousar durante 1h30.

2. Leva o tacho a lume médio durante 1h30, mexendo regularmente. À medida que for estanto cozida a abóbora vai-se desfazendo e podes ir "ajudando" com o salazar. Quando o doce estiver quase no ponto, junta as pepitas de chocolate e mexe até as pepitas dissolverem. Retira do lume e passa com a varinha mágica. Leva novamente ao lume por mais cinco minutos.

3. Passa para frascos herméticos esterilizados. Vira os frascos ao contrário e deixa-os ficar assim até o doce arrefecer. Volta a virá-los e guarda-os num lugar fresco e seco. Depois de abertos tens de os guardar no frigorífico.

Açúcar baunilhado
Para usar em doces, em panquecas, para bater chantilly, para pôr nas pipocas, na fruta ou simplesmente no leite ou nos iogurtes para obter aquele toque especial.

- 500 g de açúcar
- 1 vagem de baunilha (pode já ter sido usada)

Corta a vagem de baunilha, com a ponta de uma faca, no sentido longitudinal. Coloca a vagem de baunilha num frasco hermético e cobre a vagem com açúcar. Fecha o frasco e deixa ganhar sabor durante pelo menos um mês. Durante este tempo agita o frasco de vez em quando (pode ser uma vez por semana).